
No Brasil, uma mulher, em média, foi vítima de feminicídio a cada 7 horas, em 2021, conforme dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Ou seja, no ano passado, cerca de 1.340 mulheres foram assassinadas em razão do gênero.
Com o objetivo de chamar atenção da sociedade sobre este grave problema social, foi instituído em 2020 o “Agosto Lilás”. Durante todo o mês, entidades da sociedade civil organizada, movimentos feministas e outros segmentos realizam ações para incentivar o enfrentamento à todas as formas de violência contra a mulher.
A campanha marca ainda o aniversário da primeira lei mais severa no país para punir os agressores de mulheres: Lei 11.340 sancionada em 7 de agosto de 2006 e que ficou conhecida como Lei Maria da Penha.
A mulher vem tendo seus direitos violados por meio de agressões físicas, psicológicas e sexuais. Recentemente, denúncias de assédio moral e sexual foram realizadas por colegas da Caixa contra o ex-presidente do banco, Pedro Guimarães. Estes casos vieram a público porque as empregadas tiveram coragem de denunciar. É preciso ter instrumentos seguros de denúncia, apoio às vítimas e punição dos agressores.
Não é somente no âmbito doméstico que as mulheres são expostas à situação de violência. Este é um problema que se reproduz em outros espaços como o ambiente de trabalho.
Quando isto ocorre, a mulher, na maioria dos casos, se sente intimidada, uma vez que o assédio é praticado por pessoas que ocupam posição hierárquica superior no trabalho. As denúncias feitas por empregadas da Caixa mostraram como é importante não se calar diante de situações de assédio.
As entidades estão preparadas para oferecer acompanhamento psicológico e acolher as mulheres que quiserem fazer denúncias.
Na Campanha Nacional 2022, que está em andamento para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho e o Acordo Coletivo de Trabalho dos bancos públicos, a categoria bancária tem reiterado a reivindicação de medidas para combater qualquer tipo de assédio nos bancos.
As reivindicações apresentadas pelo Comando Nacional dos Bancários à Fenaban incluem a garantia de proteção e assistência às vítimas, com período de estabilidade e afastamento do ambiente de agressão; apuração de todas as denúncias de abusos; capacitação do quadro de pessoal sobre o tema; e divulgação de cartilhas para o combate ao assédio; dentre outras.
Saiba mais
A Lei 1.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, ganhou este nome em homenagem a farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes. Ela ficou paraplégica após levar um tiro nas costas do marido.
Os casos de violência contra a mulher podem ser denunciados à Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180 ou acione a Polícia Militar por meio do 190.

Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?

COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho

Caixa volta atrás, atende Sindicato e decide abonar horas dos jogos do Brasil na Copa

CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa

Super Caixa: participe da consulta e fortaleça a luta por mudanças no programa de remuneração variável

Bancários cobram soluções do INSS para entraves no acesso a benefícios previdenciários

Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco

Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi

Categoria bancária entrega minuta de reivindicações à Fenaban
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias