
Na noite da última sexta-feira (13/5), a Viepe encaminhou e-mail para alguns empregados que receberam o Bônus Caixa com informações sobre a devolução de parte dos valores (que poderia ser feita de forma parcelada), que a direção alega ter pago a maior, para promover suposto acerto, já que mais empregados passaram a ter direito ao pagamento, dividindo o valor orçado para o Bônus que foi congelado pela direção.
O Bônus Caixa, implementado pelo banco em 2017, tem os critérios definidos unilateralmente pela direção da Caixa e contempla apenas parte dos empregados. As entidades sempre cobraram que o valor fosse pago a todos e tivessem seus critérios definidos de forma negociada, fazendo parte de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), trazendo segurança aos trabalhadores.
O fato mostra como o formato do Bônus Caixa é prejudicial aos empregados, mas, principalmente, evidencia como a GDP é mal pensada e mal feita, gerando situações como esta, e outras como pessoas prejudicadas em seus currículos por ausência de avaliação, por exemplo. A direção do banco quer transferir a responsabilidade de sua administração equivocada aos trabalhadores.
O Sindicato, através da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), buscará o banco para negociar os problemas relacionados ao cálculo do GDP e cobrar que os empregados não paguem por um erro da gestão de Pedro Guimarães.
É importante frisar que o bônus e a GDP não são negociados com o movimento sindical, ao contrário do que ocorre com a PLR e a PLR Social, programas negociados com a representação dos trabalhadores, os quais o movimento sindical defende que sejam cada vez mais fortalecidos.

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