
No último sábado (21/5), os empregados da Caixa das bases de sindicatos filiados à Fetec-CUT/SP se reuniram para realizar seu encontro estadual, preparatório para o 38º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef).
Com mais de 100 delegados inscritos, da ativa e aposentados, de áreas-meio e agências, da capital e do interior, a marca do Congresso novamente foi a unidade dos empregados na luta por melhores condições de trabalho, na defesa da Caixa, da Funcef, do Saúde Caixa e democracia no País.
O início do Congresso contou com avaliação da conjuntura feita pela conselheira eleita pelos empregados para o Conselho de Administração da Caixa, Maria Rita Serrano, e pelos colegas eleitos na suplência do Conselho Fiscal da Funcef, Valter San Martin e Tamara Siqueira, também delegados do Congresso, acerca das ameaças e desafios com relação ao fundo de previdência dos empregados da Caixa.
Os delegados deliberaram as propostas de resoluções feitas pelos colegas durante o período que antecedeu o Congresso e, em seguida, em mais uma demonstração de unidade na luta, elegeram a delegação que representará os empregados da base dos sindicatos filiados à Fetec-CUT/SP, composta por 47 delegados, das mais diversas linhas de pensamento, da ativa e aposentados, eleitos em chapa única com o nome: “Unidade por direitos, democracia e pela Caixa 100% pública”.
“O próximo Conecef, que acontecerá em alguns dias, será de grande importância não só para os empregados da Caixa, mas para a organização da classe trabalhadora. Debateremos não apenas os assuntos do dia a dia dos empregados, como teletrabalho, jornada, estrutura física e de pessoas, protocolos e cobrança de metas, mas, também, vamos nos organizar para defender a Funcef, o Saúde Caixa, a própria Caixa e demais bancos e empresas públicas”, explicou a diretora da Apcef/SP, Vivian Sá.
“A organização dos trabalhadores da Caixa também é de grande importância para a defesa da democracia no País, uma vez que somos agente implementador de políticas públicas. A gestão da Caixa em relação à empresa e seus trabalhadores hoje, que adoece os empregados e enfraquece a imagem e o patrimônio da empresa, é a réplica da gestão deste governo, que ataca os direitos de seus cidadãos e destrói o patrimônio público, mas a tônica da resistência permanece, e nossa organização segue firme na luta para barrar os ataques”, analisou o diretor da Apcef/SP, Jorge Luiz Furlan.

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