
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% neste segundo trimestre (abril a junho de 2025) - a menor já registrada na série histórica iniciada em 2012. Os dados são da PNAD Contínua Mensal, divulgada na última quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Até o final de junho deste ano o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados. Já o número de pessoas desocupadas caiu 1,3 milhão, ficando no total em 6,3 milhões. Isso representa menos 17,4% na comparação com o trimestre anterior (janeiro a março) quando atingiu 7,6 milhões de pessoas.
Também foram recordes positivos para o país:
- o rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.477, um patamar recorde. Houve crescimento de 1,1% ante o período de janeiro a março desse ano, e de 3,3% quando comparado ao mesmo trimestre de 2024. Já a massa de rendimento real habitual (a soma das remunerações de todos os trabalhadores) atingiu R$ 351,2 bilhões, também recorde, subindo 2,9% no trimestre, um acréscimo de R$ 9,9 bilhões, e aumentando 5,9% (mais R$ 19,7 bilhões) no ano;
- a taxa de participação na força de trabalho é de 62,4%;
- o nível da ocupação (58,8%, igualando-se ao trimestre de setembro a novembro de 2024);
- o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39,0 milhões;
- a quantidade de desalentados, com quedas, de 13,7% frente ao trimestre encerrado em maio, e de 14,0% ante o mesmo período de 2024;
- a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) caiu 1,5%, ficando em 14,4%. No trimestre anterior estava em 15,9%;
- a taxa de informalidade - proporção de trabalhadores informais na população ocupada - foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário.
> Clique aqui para ver a pesquisa completa do IBGE.

Sistema financeiro brasileiro nega crédito como direito e mantém lógica de exclusão social

Sindicato garante avanços e alerta bancários sobre direitos e prazos no Bradesco

Caixa responde ofício da Contraf-CUT e marca negociação com a CEE

Dia da Visibilidade Trans expõe as contradições entre direitos, trabalho e violência

Mesmo com inflação desacelerando, BC escolhe penalizar população com juros em 15%

Doenças afastaram 4,1 milhões de trabalhadores de suas funções em 2025

Funcef detalha alternativas para resolver passivo previdenciário que atinge empregados da Caixa

COE do Santander cobra mais transparência em mesa sobre diversidade e segurança bancária

BB anuncia mais de 1.100 novas funções comissionadas e mudanças no atendimento especializado
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias