
O Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Mercantil do Brasil foi realizado nesta sexta-feira (22), em São Paulo e contou com a participação do diretor do Sindicato, André Luiz de Souza, representando os bancários e bancárias de Araraquara e região.

O evento teve como ponto alto a discussão e a aprovação da minuta de reivindicações específicas da categoria, que servirá de guia para os próximos processos de negociação com a direção do banco.
Entre os principais temas aprovados estão a luta por uma Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) mais justa e igualitária, a contratação de funcionários para reduzir a alta rotatividade e o excesso de jornada, além da implementação de um Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCS). Também ganharam destaque as reivindicações pelo fim das metas abusivas e do assédio moral, pela extensão dos programas de saúde e vacinação para dependentes, pelo auxílio farmácia, pela melhoria do plano de saúde, pela segurança bancária e pela garantia de direitos a trabalhadores lesionados ou vítimas de violência.
Outro ponto importante foi o debate sobre a ampliação das bolsas educacionais — que passarão de 160 para 200, com reajuste no valor unitário de R$ 310,00 para R$ 340,00. Os dirigentes sindicais também defendem a continuidade das negociações para elevar ainda mais esse valor ainda em 2025.

As deliberações incluem ainda reivindicações como a criação de linha de empréstimos com juros reduzidos, a concessão de vale combustível, a ampliação do auxílio-creche/babá até os sete anos de idade, a retomada das homologações nos sindicatos, o livre acesso sindical aos locais de trabalho, o combate à discriminação contra dirigentes sindicais e mudanças no programa de condutas do banco.
A minuta aprovada será a base das próximas negociações específicas entre o movimento sindical e a direção do Mercantil, buscando avanços concretos para a vida dos trabalhadores.

Para Dalber Lúcio de Faria, coordenador da COE Mercantil, “esse encontro foi fundamental para reafirmarmos a unidade da categoria e construirmos, de forma coletiva, uma pauta de reivindicações que reflete as necessidades reais dos trabalhadores e trabalhadoras do Mercantil. Avançamos com conquistas importantes, como o programa próprio de PLR e a ampliação das bolsas educacionais, mas sabemos que ainda há muito a conquistar. Por isso, seguimos firmes na luta por melhores condições de trabalho, valorização profissional e mais respeito por parte da direção do banco."

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