
Após o afastamento de Pedro Guimarães da presidência da Caixa por conta das acusações de assédio sexual e moral, o Ministério Público do Trabalho recomendou que o banco não pague a “remuneração compensatória” ao ex-presidente.
Em 5 de julho, Daniella Marques tomou posse como presidente da Caixa.
“A remuneração compensatória durante o período de impedimento de que trata o Art. 6º da Lei nº 12.813/2013 pressupõe que o cargo público tenha sido exercido em situação de legalidade e atendendo aos demais princípios da Administração Pública, presunção esta que se encontra comprometida diante das denúncias em questão”, diz trecho do documento encaminhado pelo procurador Paulo Neto a Daniella Marques.
Na peça, Neto ainda afirma que “toda forma de assédio constitui uma violência psicológica, passível de produzir graves danos à saúde mental e física das trabalhadoras e dos trabalhadores”.
Em 4 de julho, Paulo Neto conduziu uma inspeção na sede da Caixa, em Brasília, a fim de obter detalhes sobre a dinâmica de trabalho no banco. O MPT abriu em 29 de junho uma investigação preliminar sobre as acusações contra Guimarães.

Burnout explode 823% e novo decreto fará empresas pagarem caro por metas absurdas: escala 6×1 é próximo alvo

A nova realidade do endividamento brasileiro

Escala 6x1 é denunciada no Senado como forma de violência estrutural contra as mulheres

Candidaturas apoiadas pelo Sindicato vencem eleições do Economus

Empossados os integrantes do Conselho Fiscal da Cabesp

Funcef fecha primeiro trimestre com desempenho positivo. Planos superam metas

Itaú é denunciado por dificultar afastamento de trabalhadores adoecidos

'Super Injusto': Ninguém entende o Super Caixa, nem a Caixa!

Bradesco amplia lucro no 1º trimestre de 2026 enquanto mantém cortes de empregos e fechamento de agências
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias