
A diretoria do Sindicato esteve presente em Brasília, na quarta-feira (15), participando ativamente das mobilizações e representando os bancários e bancárias de Araraquara na Marcha da Classe Trabalhadora e nas atividades junto às centrais sindicais. A presença reforça o compromisso da entidade com a luta nacional por direitos, melhores condições de trabalho e qualidade de vida para toda a classe trabalhadora.
Ao final da tarde, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e das demais centrais sindicais entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um documento com 68 reivindicações construídas coletivamente.
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Durante o encontro, Lula destacou os impactos negativos da reforma trabalhista de 2017, que precarizou as relações de trabalho ao permitir, entre outros pontos, a terceirização irrestrita e formas de contratação mais frágeis. Também relembrou medidas adotadas no governo Bolsonaro, como a extinção dos ministérios do Trabalho e da Previdência e a reforma previdenciária, que enfraqueceram ainda mais a proteção social dos trabalhadores.
Ao enfatizar a importância da mobilização social, o presidente ressaltou o papel dos sindicatos na defesa dos direitos: é preciso organização e correlação de forças para garantir avanços e impedir retrocessos. Ele também reforçou que a luta não se encerra com a entrega da pauta, mas se intensifica a partir dela.
O recebimento das reivindicações ocorreu um dia após o envio, pelo governo federal, do projeto de lei que propõe o fim da escala 6x1 em regime de urgência constitucional, acelerando sua tramitação no Congresso Nacional.
“A categoria bancária já sentiu na pele o risco de perder direitos básicos, como os finais de semana. Projetos e imposições, como a do Santander, tentaram avançar e só foram barrados pela força da mobilização sindical. É por isso que o nosso Sindicato defende a redução da jornada sem redução salarial: porque entendemos que todo trabalhador merece mais do que sobreviver ao trabalho. Merece dignidade, saúde e qualidade de vida. Mas para avançar, é preciso pressão. A participação da população é decisiva para mostrar aos parlamentares que há apoio social para mudar esse modelo que adoece e esgota. A luta é coletiva, e é nas ruas e na mobilização que ela ganha força”, destacou o presidente do Sindicato, Paulo Roberto Redondo.

As atividades em Brasília começaram pela manhã, com a Plenária da Conferência da Classe Trabalhadora (CONCLAT), seguida pela Marcha da Classe Trabalhadora, que reuniu milhares de manifestantes no Distrito Federal. Durante a plenária, lideranças sindicais reforçaram a importância de pressionar o Congresso para garantir a aprovação da redução da jornada sem redução salarial, além de outras pautas fundamentais para a classe trabalhadora.
O documento entregue ao presidente reúne propostas como o fim da escala 6x1, a regulamentação do trabalho por aplicativos, o combate à pejotização, o fortalecimento das negociações coletivas e a ampliação de direitos para diversas categorias.
A mobilização faz parte de um plano de ação mais amplo das centrais sindicais, que segue até o 1º de Maio, reforçando a importância da unidade e da participação ativa dos trabalhadores na defesa de seus direitos.


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