
A estabilização dos preços dos alimentos e a queda nos preços da gasolina ajudaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, a cair no mês de maio, ficando em 0,23% - uma queda de 0,38% em relação ao mês anterior (0,61%). Este resultado ficou abaixo da expectativa do mercado financeiro que estimava em 0,33%.
Os dados do IPCA, que mede a inflação para quem ganha de um a 40 salários mínimos, divulgados nesta quarta-feira (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram ainda que a alta acumulada do IPCA neste ano é de 2,95%. Já nos últimos 12 meses, o índice é de 3,94%, fechando abaixo dos 4% desde março de 2020. Em maio do passado a variação da inflação era de 0,47%.
O que segurou a inflação
Os grupos de Transportes (-0,57%) e de Artigos de residência (-0,23%) foram os únicos a registrarem queda no IPCA de maio. No primeiro, destacam-se os recuos nos preços das passagens aéreas (-17,73%), além do resultado de combustíveis (-1,82%), por conta das quedas do óleo diesel (-5,96%), da gasolina (-1,93%) e do gás veicular (-1,01%).
A desaceleração do índice em maio também foi influenciada pelo resultado do grupo de Alimentação e bebidas, que passou de 0,71% em abril para 0,16% em maio, explica André Almeida, analista da pesquisa. “Trata-se do grupo com maior peso no índice, o que acaba influenciando bastante no resultado geral”.
O principal destaque foi na alimentação no domicílio, que passou de 0,73% no mês anterior para uma estabilidade em maio. O grupo registrou queda nos preços das frutas (-3,48%), do óleo de soja (-7,11%) e das carnes (-0,74%). Por outro lado, a alta teve como destaque a inflação do tomate (6,65%), do leite longa vida (2,37%) e do pão francês (1,40%). "Nos casos do tomate e do leite, os aumentos de preço estão relacionados a uma menor oferta”, explica Almeida.
Os grupos que compõem o IPCA tiveram os seguintes índices:
- Saúde e cuidados pessoais: 0,93%
- Vestuário: 0,47%
- Alimentação e bebidas: 0,16%
- Transportes: -0,57%
- Habitação: 0,67%
- Despesas pessoais: 0,64%
- Artigos de residência: -0,23%
- Educação: 0,05%
- Comunicação: 0,21%
INPC tem alta de 0,36% e também desacelera em maio
Também foi divulgado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para quem tem renda de um a cinco salários mínimos. A variação em maio foi de 0,36%, abaixo do registrado em abril (0,53%). No ano, o INPC acumula alta de 2,79% e, nos últimos 12 meses, de 3,74%. A taxa de maio de 2022 foi de 0,45%.
O INPC mostra que os produtos alimentícios subiram 0,16%, após alta de 0,61% em abril. Já os produtos não alimentícios registraram alta de 0,43%, desacelerando em relação ao resultado de 0,50% de abril.
> A pesquisa completa do IBGE você acessa aqui.

Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo

Representantes dos funcionários do Itaú entregarão pauta de reivindicações ao banco em 2 de julho

Em reunião com a Cassi, conselheiros do Economus cobram atendimento nas CliniCASSI

Negando pedido do Sindicato, Caixa exigirá compensação das horas em jogos do Brasil na Copa

Caravanas da FETEC-CUT/SP 2026 iniciam nesta quarta-feira (24)

Contraf-CUT lança revista inspirada em álbum da Copa e coloca em campo os desafios da categoria bancária

Representantes dos funcionários do Santander entregam minuta de reivindicações ao banco após encontro nacional

CUSC segue sem resposta da Caixa e reforça cobrança por diálogo antes de reunião agendada

28ª Conferência Nacional dos Bancários aprova pauta e define eixos de lutas da Campanha Nacional Unificada
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias