
O Brasil caiu três posições no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas entre 2020 e 2021, passando da 85ª para 87ª colocação. O Relatório de Desenvolvimento Humano 2021/2022, divulgado nesta quinta-feira (8), mostra o País com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,754.
Essa é a primeira vez que o Brasil apresenta queda em dois anos seguidos. Vale lembrar que em 2019, o País havia registrado 0,766 após 11 anos de crescimento.
Ao analisar a América Latina, o Brasil está atrás de nove países no ranking. São eles: Chile (42º), Argentina (47º), Costa Rica (58º), Uruguai (58º), Panamá (61º), República Dominicana (80º), Cuba (83º), Peru (84º) e México (86º).
O IDH é um índice que mede o desempenho médio de um país com base em 3 indicadores: expectativa de vida, educação e renda. O documento analisa o desenvolvimento humano de 191 países.
De acordo com a ONU, mais de 90% dos países registraram declínio na pontuação do IDH em 2020 ou 2021, e mais de 40% caíram nos últimos dois anos, sinalizando que a crise ainda está se aprofundando em muitos deles. "O mundo está enfrentando uma crise atrás da outra, preso em um ciclo de apagar incêndios e incapaz de enfrentar as raízes dos problemas", explica o órgão.
A ONU alerta que, embora alguns países estejam começando a se levantar, a recuperação é desigual e parcial, ampliando ainda mais as desigualdades no desenvolvimento humano.

Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional

Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)

Bancários do Santander têm assembleia virtual nesta sexta-feira (6). Participe!

COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho

A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar

Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012

Sindicato entrega doações da Campanha do Idoso à Vila Vicentina

Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR

Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias