
Entidades sindicais realizaram atividades na frente de agências e departamentos da Caixa Econômica Federal, na última quinta-feira (12), dia em que o banco completou 162 anos d existência, para destacar sua importância e o papel fundamental desempenhado pelas empregadas e empregadas para a execução de diversas políticas públicas sociais do governo federal.
“A Caixa é a principal financiadora do sonho da casa própria. Sem ela, o déficit habitacional no país seria ainda maior”, observou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Este ponto já seria suficiente para ressaltarmos o papel fundamental exercido pelo banco, mas ele também contribui com a administração de recursos e o pagamento dos mais diversos benefícios sociais do governo federal à população mais carente e dos trabalhadores de uma forma geral”, completou, ao lembrar que o banco administra e paga o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e os mais diversos auxílios concedidos pelo governo.
O empregado da Caixa e diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Rafael de Castro, ressalta a importância dos trabalhadores para que o banco cumpra seu importante papel social. “Por todos estes 162 anos, a Caixa e suas empregadas e empregados exerceram papel fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país”, afirmou.
Mas, para o dirigente da Contraf-CUT, por se tratar de um banco com perfil de atuação social, com serviços voltados para pessoas mais carentes, muitas vezes esta importância acabada ficando velada. “O que muitas vezes fica escondido, foi totalmente escancarado durante a pandemia. As empregadas e empregados da Caixa tiveram que trabalhar ainda mais do que já trabalham, inclusive após o expediente e aos finais de semana, para atender as filas enormes de pessoas que buscavam informações e recursos do Auxílio Emergencial, do FGTS, do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e tantos outros benefícios concedidos pelo governo federal”, completou. “Este compromisso e competência precisam ser devidamente valorizados por toda a sociedade”, concluiu.
Para a coordenadora da CEE, as empregadas e empregados são o maior bem do banco. “Se a Caixa é o que é, é graças ao trabalho de cada uma e cada um deles”, afirmou.

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