
As entidades representativas dos empregados da Caixa estão realizando uma consulta para ouvir quem vivencia diariamente o Super Caixa, um programa de remuneração variável e premiação por desempenho da Caixa.
O objetivo é reunir informações que contribuam para as negociações com o banco sobre remuneração variável, metas e reconhecimento do trabalho realizado pelos empregados.
A participação é anônima e as respostas serão utilizadas para subsidiar estudos, diagnósticos e propostas debatidas durante as discussões com a Caixa.
> Clique aqui para responder à consulta.
Desde sua implementação, o Super Caixa tem sido alvo de críticas por parte dos empregados e das entidades representativas. No início deste ano, a campanha “Vendeu, Recebeu”, promovida pela Fenae, Contraf-CUT, Apcefs e sindicatos, mobilizou trabalhadores de todo o país em defesa de mudanças no modelo de remuneração variável adotado pela empresa.
Um abaixo-assinado com mais de 8 mil assinaturas de trabalhadores do banco público foi entregue pelo presidente da Fenae, Sergio Takemoto, à então vice-presidente de Pessoas da Caixa. O documento, que faz parte da campanha “Vendeu, Recebeu”, exigia mudanças no regramento do Super Caixa. Entre os principais questionamentos estão os critérios utilizados para pagamento das premiações, a dificuldade de compreensão das regras, a vinculação a indicadores que fogem ao controle dos empregados e a percepção de que o esforço individual e coletivo nem sempre é reconhecido de forma justa.
O tema voltou a ser debatido durante o Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef) – que aconteceu entre 17 e 19 de junho -, quando os representantes dos empregados aprovaram propostas que defendem a revisão dos programas de remuneração variável da Caixa (leia aqui).
Entre os pontos discutidos estão a necessidade de maior transparência nas regras, valorização das entregas efetivamente realizadas pelos trabalhadores, ampliação do acesso às premiações e construção de mecanismos que contribuam para um ambiente de trabalho mais saudável.
Quanto maior for a participação dos empregados na pesquisa, mais fiel será o retrato das condições enfrentadas nas unidades e mais força terão as entidades para cobrar mudanças. Participe!

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