
Com a queda de indicadores relacionados à covid-19, estima-se que neste verão as praias e os espaços abertos voltem a ser ocupados. Iniciam-se as férias, as festas de fim de ano e o verão. Mas é importante lembrar é que além dos cuidados de prevenção ao coronavírus, são necessários cuidados para reduzir as chances de casos de câncer de pele. Esta é a proposta da campanha Dezembro Laranja, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia: a prevenção contra o câncer de pele.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o mais comum no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados e, caso seja detectado precocemente, apresenta altos percentuais de cura. Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade.
O câncer de pele é também mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros. Pessoas de pele clara, que são mais sensíveis à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias, são as principais vítimas.
Os sintomas apresentados pela doença são feridas que aumentam e não cicatrizam, 'sinais' com irregularidades de simetria, bordas e cores distintas e diâmetro maior que 6mm, mas o principal fator de risco do câncer da pele é a exposição intensa ao sol, sem proteção solar. Existe também o fator genético, principalmente para melanoma.
O Dezembro Laranja acontece desde 2014 e proporciona uma série de iniciativas da SBD para conscientizar a população sobre a importância em prevenir e diagnosticar precocemente o câncer da pele, falando sobre a importância de fazer o autoexame e praticar a fotoproteção em suas diferentes formas, para reduzir os riscos da doença.

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