
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) completa 18 nesta sexta-feira (26), mas sua história começou bem antes disso, nos anos 1980, com a luta pela retomada da organização sindical, após a intervenção imposta pela ditadura implantada no Brasil com o golpe de 1964.
Após a articulação e organização da militância contra a repressão e os “pelegos” que dominaram as entidades, ligados aos ditadores, a organização legítima da categoria bancária recomeçou com a criação, em 1985, de um departamento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Departamento Nacional dos Bancários (DNB-CUT), cuja atuação foi essencial para a primeira greve nacional da categoria após a ditadura, organizada naquele mesmo ano.
Em 1992, o DNB-CUT foi substituído pela Confederação Nacional dos Bancários (CNB), entidade de abrangência nacional, reconhecida pela categoria como representante oficial nas negociações com as instituições financeiras. Tanto é que, naquele mesmo ano, foi assinada a primeira Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários. Até hoje é a única categoria a possuir uma convenção coletiva válida em todo o território nacional.
Em 2006, a organização passou a representar também os financiários e, assim foi criada a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, a Contraf, que foi reconhecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 24 de junho de 2008, como representante dos trabalhadores do ramo financeiro.
Hoje a Contraf aglutina nove federações e mais de 100 sindicatos e coordena o Comando Nacional dos Bancários, que representa aproximadamente 95% da categoria em todo o Brasil e é referência na organização sindical de trabalhadores, não apenas no Brasil, mas de todo o mundo.


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