
O Plano de Lutas apresentado na 25a Conferência Estadual foi aprovado por unanimidade pelos delegados presentes ao encontro, representando os 14 sindicatos da base da FETEC-CUT/SP.
Aline Molina, presidenta da Federação, também apresentou a Delegação da FETEC para a Conferência Nacional. "Reafirmamos o Plano de Luta, agregando mais abordagens, como Comunicação e os impactos da Inteligência Artificial", disse a presidenta.

Confira o Plano de Lutas na íntegra
Plano de lutas aprovado no 12º Congresso da FETEC-CUT/SP, em 2022
Democracia e Direitos Sociais
• Defender de maneira firme a democracia de nosso país, e o fortalecimento das instituições democráticas;
• Lutar pelo fortalecimento dos instrumentos de Estado (SUS, bancos públicos e demais empresas públicas, institutos, etc.) capazes de atuar na promoção
dos direitos constitucionais (como a saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social, etc.);
• Defender um modelo de reforma tributária que contribua para a justiça social e distribuição de renda;
• Como elemento estruturante, lutar por uma reforma sindical que fortaleça as entidades de representação dos trabalhadores e as negociações coletivas, para defender os trabalhadores contra a precarização do trabalho;
• Defender um modelo de desenvolvimento sustentável e ambientalmente sustentável com foco na geração de emprego, de redução das desigualdades através da atuação dos instrumentos de Estado e distribuição de renda;
• Lutar pela ampliação dos direitos trabalhistas e previdenciários;
• Defender um modelo de Sistema Financeiro no qual os bancos e demais instituições autorizadas a atuar cumpram de fato sua função como concessão pública;
• Fortalecer o acompanhamento dos debates dos temas de interesse dos trabalhadores em geral e da categoria, em específico, no Congresso Nacional, denunciando os ataques e mobilizando os bancários;
Organização, negociações coletivas e direitos da categoria
• Fortalecer o processo negocial, a mesa única e a contratação coletiva;
• Manter o monitoramento da saúde do trabalhador e das condições de trabalho, especialmente das sequelas da Covid e metas abusivas;
• Manter e aprimorar o combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência organizacional, com a avaliação dos instrumentos assinados entre nossa representação e os representantes dos bancos;
• Acompanhar a realização do teletrabalho na categoria, visando a efetiva aplicação das condições estabelecidas na CCT, além do aperfeiçoamento das regras pactuadas quando da renovação da Convenção Coletiva;
• Buscar a regulação das novas organizações de trabalho do ramo financeiro, como o de agente autônomo;
• Buscar o aprofundamento das pautas de igualdade de oportunidades;
• Debater as formas de organização dos trabalhadores que atuam em teletrabalho/home office;
• Fortalecer e ampliar a representação de trabalhadores das financeiras, cooperativas de crédito, etc;
• Realizar campanhas de valorização e de sindicalização, como forma de fortalecimento dos Sindicatos;
• Buscar debater de forma segmentada, conforme os diferentes perfis dos trabalhadores da categoria (PCD’s, jovens, etc);
• Utilizar as ferramentas tecnológicas como facilitadoras da organização sindical;
• Ampliar a presença no mundo virtual, conciliando as ações nas redes e nas ruas;
• Potencializar a comunicação, redes sociais, meios virtuais para fortalecer a organização e a mobilização dos trabalhadores.

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