
Na próxima quinta-feira (9), o IBGE divulga os resultados do IPCA e do INPC para o mês de maio. E a taxa acumulada se manterá em dois dígitos pelo nono mês seguido – desde setembro o IPCA fica acima dos 10%, chegando a 12,13% na divulgação mais recente, no maior índice em quase duas décadas. Estimativas apontam certa redução do ritmo nos próximos meses, sem que isso represente um alívio efetivo para quem for à feira ou ao supermercado.
De acordo com o mais recente relatório Focus, do Banco Central (BC), a mediana das expectativas dos analistas do mercado financeiro é 8,89% para o final deste ano. Menos do que o índice atual, mas um ponto percentual acima de um mês atrás. E muito além da “meta” da inflação, de 3,50%, com margem de 1,5 ponto.
Alta atinge mais produtos
Os alimentos voltaram a pressionar a inflação. Apenas de janeiro a abril, o grupo que reúne produtos alimentícios e bebidas no IPCA soma 7,05%, o equivalente a quase todo o resultado de 2021 (7,94%). Esse grupo representa 21% do total.
Mas não são apenas os alimentos. O chamado índice de difusão vem crescendo – ou seja, mais itens pesquisados aumentam de preço. Em abril, foram 78%, ante 66% em igual período de 2021.
Alimentos e cesta básica
Em 12 meses, o preço médio do tomate, por exemplo, sobe 103,26%. A cenoura, mais ainda: 178,02%. O café moído acumula alta de 67,53% e a batata inglesa, de 63,40%. Hortaliças e verduras, 36,62%. Pelo IPCA, a gasolina também aumenta muito acima da média da inflação (31,22%), assim como o etanol (42,11%) e o gás de botijão (32,34%).
Um dia antes da divulgação da inflação, saem os preços médios da cesta básica, coletados pelo Diese em 17 capitais. Devem ser mais dados a mostrar a perda de poder aquisitivo da população, em especial a de menor renda. Ao mesmo tempo, parte significativa das campanhas salariais fica aquém da inflação acumulada.

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