
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão (Anapar) prepararam um novo material para informar aos participantes e interessados sobre a contraproposta enviada para redução do equacionamento da Funcef (Fundação dos Economiários Federais) a ser discutida com a Caixa.
Neste documento, as entidades explicam os principais pontos da contraproposta, apresentada pela Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa) em mesa de negociação com o banco. Também informam sobre a pesquisa encomendada pela Fenae com os participantes, sobre o que eles acharam da proposta apresentada pela Caixa e Funcef.
O material também aponta os principais pontos dessa proposta da Caixa e apresenta os impactos. As entidades mostram que uma proposta melhor, sem a retirada de direitos, é possível, incluindo a responsabilidade da Caixa pelo contencioso e aumento da meta atuarial.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, critica a proposta da Caixa e da Funcef, que, segundo ele, retira direitos dos trabalhadores. "A proposta reduz a pensão por morte, elimina o auxílio pecúlio, diminui a idade mínima dos dependentes e prolonga o prazo de pagamento do equacionamento em seis anos".
A contraproposta das entidades inclui a demanda de que a Caixa assuma as despesas das ações trabalhistas, que impactaram o fundo de pensão, considerando que a Caixa foi a responsável por essas questões. Além disso, propõe o retorno da meta atuarial de 4,5% (atuais) para 5,5%.

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