
Funcionários e clientes do banco Mercantil do Brasil foram surpreendidos pela falta de compromisso e pela irresponsabilidade do banco, que anunciou na manhã dessa segunda-feira, 20 de junho, o encerramento das atividades no Rio de Janeiro, depois de mais de 50 anos de atuação no estado.
Além de deixar milhares de clientes frustrados e sem atendimento bancário, o Mercantil ainda demitiu dezenas de funcionários, muitos deles com problemas de saúde e estabilidade provisória de emprego, contrariando diversos direitos trabalhistas.
Para confundir e desinformar a população, o Mercantil anunciou que haveria apenas a mudança de endereço da filial Rio de Janeiro. Porém, sem nenhuma consideração com os usuários e trabalhadores, mudou os planos e simplesmente cerrou as portas.
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) tentou contato com o RH do Banco Mercantil para o cancelamento das demissões irregulares e o remanejamento de todos os trabalhadores para unidades fora do Estado do Rio de Janeiro, mas ainda não obteve resposta.
Para Marco Aurélio Alves, coordenador nacional da COE/BMB, o Mercantil, mais uma vez, usa sua truculência pela ganância de lucros cada vez mais exorbitantes. "Poderíamos ter negociado outras medidas para evitar esses cortes drásticos nas agências, porque o maior direito do trabalhador é o direito ao emprego”, afirmou.

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