
O movimento sindical bancário se articula pela aprovação do PL 5503/2019.
O texto foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados no dia 30 de agosto e seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
Hoje a opção pelo regime de tributação deve ser feita até um mês após o ingresso ao plano de benefício e a escolha não pode ser alterada posteriormente. Confira aqui o projeto na íntegra.
A diretora de bancos públicos da Fetec-CUT/SP, Tamara Siqueira, suplente do Conselho Fiscal da Funcef, considera que o PL deve beneficiar todos os fundos de previdência.
"A aprovação do projeto dá a opção de o trabalhador escolher o melhor regime de tributação, dentro da sua realidade e até o momento em que irá realmente usufruir de seu benefício", diz a dirigente, lembrando que muitas vezes o participante não possui, no ato da contratação, as informações ou critérios necessários para fazer suas escolhas e que os planos também podem mudar ao longo do tempo.
Para Sérgio Takemoto, presidente da Fenae, a aprovação do projeto é um passo importante para o participante avaliar com calma o regime de tributação. ‘’É uma decisão que precisa ser amadurecida ao longo da vida e o prazo de um mês é insuficiente para essa opção”.
Entenda o PL
O objetivo é facilitar a tomada de decisão do participante de plano de previdência complementar em relação à escolha do regime de tributação.
Como é hoje?
O estabelecido é que a escolha tem que ser efetuada até o último dia útil do mês subsequente ao do ingresso no plano.
Como fica?
A proposta permite nova escolha até o momento da obtenção do benefício ou da requisição do primeiro resgate após a futura lei.
As novas regras valeriam para planos de previdência complementar, seguradora ou fundo de aposentadoria programada individual (Fapi) e também aos segurados de planos de seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência.
O texto também autoriza que os assistidos ou representantes legais exerçam a escolha em situações específicas, como na morte do participante.
A matéria vai à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) em apreciação conclusiva, ou seja, não precisa de votação em plenário.
Embora o PL já tenha sido aprovado no Senado, se houver alteração no texto a matéria vai retornar à apreciação da casa, caso seja aprovada na CCJC.
As entidades sindicais e associativas, incluindo o Sindicato dos Bancários de Barretos e região, seguirão acompanhando e pressionando pela aprovação do PL.

Sindicato convoca bancários associados para reunião ampliada, que definirá delegados para Encontros Estaduais dos Bancos Públicos e Privados e para as Conferências Estadual e Nacional

Banco Mercantil registra lucro recorde no 1º trimestre, mas trabalhadores cobram valorização e melhores condições

Itaú lucra R$ 12,2 bilhões no 1º trimestre, enquanto segue fechando postos de trabalho e agências

Audiência no Senado vai debater escala 6x1 como forma de violência estrutural contra as mulheres

42º Congresso Estadual dos Empregados da Caixa será dia 16 de maio

Prazo para votar nas eleições do Economus termina dia 7 de maio; participe!

Engajamento e mobilização para a Consulta Nacional é fundamental para sucesso da Campanha Nacional da categoria

ContrafCast: Confira entrevista com Meilliane Vilar, advogada da CUT na defesa da lei de igualdade salarial no STF

1º de Maio: Sindicato dos Bancários de Araraquara reafirma nas ruas a luta por direitos, dignidade e valorização da classe trabalhadora
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias