
Principalmente depois da privatização da Caixa Seguradora, cada vez mais ganha espaço na Caixa Econômica Federal um sistema de atendimento focado no cumprimento de metas.
Em face deste objetivo, o atendimento social é cada vez mais preterido e escanteado para os canais alternativos. Além desta situação, o que tem sido observado nas agências são poucos empregados no atendimento social (muitas vezes um só), enquanto a maioria fica responsável por cumprir as metas cada vez maiores.
Representantes dos trabalhadores ressaltam que a Caixa Econômica Federal é fundamental para a reconstrução do país e, para isso, o atendimento social é imprescindível. Mas, infelizmente, em muitas agências o que se encontra são um ou dois empregados atendendo o social, enquanto a maior parte fica focada apenas em atingir as metas absurdas de seguridade, cujo retorno para a Caixa é pequeno. O que diferencia a Caixa dos outros bancos e faz com que ela seja tão imprescindível é sua missão social!
“É preciso termos em mente que o atendimento social é uma missão da Caixa enquanto agente de políticas públicas para a população, além da responsabilidade da Caixa no fomento da economia por meio de crédito. Foi esse atendimento também que ajudou a segurar a Caixa pública nos períodos privatistas junto com a defesa pelos trabalhadores organizados. Precisamos defender esse modelo”, reforça André Sardão, diretor executivo da Fetec-CUT/SP.
Para Tamara Siqueira, diretora de bancos públicos da Fetec-CUT/SP, é preciso haver um redimensionamento das metas.
“A CEE Caixa cobrou da Caixa uma mudança na forma como são estabelecidas as metas. Da forma como está, o dia a dia do bancário não dialoga com a missão do banco. Os empregados são reconhecidos apenas pela venda de produtos de seguradora, enquanto o que se apresenta em coletivas de imprensa é credito, infraestrutura, benefícios sociais… sem o reconhecimento por esse trabalho.”
“Queremos uma caixa pública que atenda única e exclusivamente aos interesses do país e da população. Não dá para desperdiçar tanto tempo com produtos que representam apenas 5% do Balanço da Caixa”, conclui Tamara.

Sindicato entrega doações da Campanha do Idoso à Vila Vicentina

Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR

Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho

Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões

Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta-feira (30)

Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras

COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo

Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento

Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias