
O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSD-SP), disse nesta quinta-feira (22) que, com a má gestão do governo de Jair Bolsonaro (PL), o país andou “para trás” e que o presidente eleito e já diplomado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá receber, no dia 1º de janeiro, “um Estado muito mais difícil e triste do que anteriormente”.
“Fizeram um desmonte do estado brasileiro”, disse Alckmin durante apresentação e entrega do relatório final do Gabinete de Transição a Lula, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília.
“A má condução da saúde fez com que o Brasil tendo 2,7% da população mundial tivesse quase 11% das mortes por Covid, nessa pandemia mundial. Fico feliz, como médico, de ver que na PEC Social, a PEC da vida, os recursos mais expressivos estão na área de saúde", disse Alckmin sobre a PEC da Transição.
O vice-presidente eleito e coordenador-geral do GT, escolhido por Lula para comandar o Ministério do Desenvolvimento, citou os principais retrocessos do governo Bolsonaro, constatados pelos mais de 30 grupos formados para fazer o diagnóstico do caos, o legado trágico que Bolsonaro vai deixar em áreas como Saúde, Educação, Habitação e Meio Ambiente.
"Aprendizagem diminuiu, a evasão escolar aumentou. Os recursos para essenciais, como merenda escolar, ficaram congelados em R$ 0,36, e tivemos quase um colapso dos institutos e das universidades", disse Alckmin, acrescentando que houve "enormes retrocessos".
Na Saúde, Alckmin disse que há um grande desafio pela frente e destacou em sua fala a queda na vacinação e o alto índice de mortes por Covid-19. Segundo ele, "50% não tomaram dose de reforço de poliomielite. Poliomielite mata e deixa sequela”.
Na habitação, o governo Bolsonaro zerou a faixa 1 de acesso a programas de habitacionais, a parte mais importante do ponto de vista social, pois engloba as pessoas que ganham até R$ 1,8 mil, disse Alckmin.
Sobre o meio ambiente, ele disse houve aumento de 59% do desmatamento na Amazônia, entre 2019 e 2022.
Alckmin disse ainda que o governo de transição fez diversos pedidos de informação por meio da Lei de Acesso à Informação, mas que 26% dos pedidos foram negados.
“Houve um desmonte do estado brasileiro. Mais de 14 mil obras paradas. Isso não é austeridade. É ineficiência de gestão. Uma tarefa hercúlea vem pela frente”, explicou Geraldo Alckmin.
Confira aqui a íntegra do relatório de transição

COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho

Caixa volta atrás, atende Sindicato e decide abonar horas dos jogos do Brasil na Copa

CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa

Super Caixa: participe da consulta e fortaleça a luta por mudanças no programa de remuneração variável

Bancários cobram soluções do INSS para entraves no acesso a benefícios previdenciários

Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco

Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi

Categoria bancária entrega minuta de reivindicações à Fenaban

Contraf-CUT entrega à Caixa minuta de reivindicações específicas dos empregados
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias