
O Tribunal de Contas da União (TCU) deliberou na quarta-feira (21) sobre a representação apresentada pelo deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC), de supostas irregularidades na nomeação de João Fukunaga para o cargo de presidente da Previ. A análise foi conduzida pelo ministro Walton Alencar Rodrigues, relator do caso, que decidiu pela improcedência da ação.
Em seu voto, o ministro reconheceu que houve um certo "assodamento" nas etapas de indicação e nomeação de Fukunaga. No entanto, ele ressaltou que não foram encontradas evidências de que os requisitos necessários para a nomeação não foram devidamente respeitados. Segundo o relator, os critérios exigidos foram atendidos de maneira satisfatória, validando a habilitação do dirigente pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).
Walton Alencar Rodrigues destacou ainda a importância da Previ no cenário nacional e internacional, classificando-a como o maior fundo de pensão da América Latina. O ministro ressaltou o papel fundamental da Previ no âmbito das instituições de previdência privada fechada no setor público, gerindo mais de R$ 270 bilhões em planos de benefícios financiados tanto pela Previ quanto pelo Banco do Brasil.
“A gestão está focada na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco do Brasil, associados à Previ, uma entidade criada com luta para garantir uma aposentadoria digna para os funcionários e seus familiares. Os resultados positivos vêm comprovando a qualidade da governança da Previ e mostram que a perseguição contra João se deve ao fato de ele ter vindo do movimento sindical, onde sempre defendeu esses mesmos princípios." afirmou Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

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