
Os trabalhadores e trabalhadoras saíram às ruas neste domingo, 1º de Maio, para protestar contra o desemprego, a fome, a miséria, a inflação e o arrocho salarial, em manifestações unificadas, que reuniram a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e as centrais Força Sindical, CTB, UGT, NCST, Intersindical e Pública. Em todos os cantos do país o que se ouviu foi que é preciso dar um basta ao governo Bolsonaro, responsável pela forte crise que enfrenta o povo brasileiro.
Houve grandes atos em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Natal, Goiânia, Belém, João Pessoa, Aracaju, Florianópolis e Foz do Iguaçu, entre diversas outras cidades. Além dos protestos, o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora teve ações culturais em clima de festa.
Grande ato em São Paulo
Em São Paulo, onde ocorreu grande ato na praça Charles Muller, várias lideranças sindicais, políticas, religiosas e de movimentos populares defenderam a unidade de mobilização e o fim do atual governo, que tem investido contra a democracia e o estado de direito.
Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), observou que “o Brasil está destruído, é fome, miséria, subemprego, carestia”. Para ela, as manifestações do 1º de Maio mostraram que é a hora de “reconstruir este país, estamos num ano decisivo, de eleições, em que temos que eleger candidatos comprometidos com a causa dos trabalhadores, não só o presidente, mas também parlamentares que vão lá no Congresso defender nossas causas e afastar o fascismo, a discriminação contra as mulheres, por questões raciais, de gênero, e tudo de mal que aflorou no Brasil nos anos do atual governo”.
Confira no site das CUT detalhes na reportagem “Atos de 1º de Maio lotam as ruas; povo exige emprego e fim da disparada da inflação”.

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