
Durante a apresentação das demonstrações financeiras da Caixa de 2022, um dos jornalistas presentes à coletiva de imprensa questionou os dirigentes do banco sobre quais seriam os efeitos da decisão do Copom que manteve a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% na reunião ocorrida ontem.
Na avaliação dos dirigentes da empresa, a decisão pode sim trazer impactos na oferta de crédito, especialmente na concessão de financiamentos imobiliários originados com recursos da poupança (SBPE). A situação ocorreria pois os poupadores tendem a buscar aplicações mais rentáveis, fazendo com que a caderneta perca recursos. A alternativa para compor o funding do SBPE passa por aumentar a captação em LH’s e LCI’s. A remuneração maior ao cliente nestas aplicações, porém, acaba reduzindo a margem financeira do banco e aumentando a taxa de juros para o tomador do crédito.
“A política monetária adotada pelo Banco Central tem causado impactos negativos na sociedade como um todo, incluindo os bancos. A Caixa também é sensível às decisões do COPOM, já que tem boa parte de sua carteira formada por contratos de prazos longos, como os financiamentos imobiliários, e isso pode impactar a estratégia de atuação do banco”, avalia o diretor-presidente da Apcef/SP Leonardo Quadros.

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