
O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) será administrado pela Caixa Econômica Federal a partir desta segunda-feira (18). O acordo foi anunciado neste sábado (16), pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), responsável pelo DPVAT.
De acordo com a Susep, a mudança de gestão é planejada com o Ministério da Economia desde o final de novembro do ano passado. “A Caixa tem reconhecida capacidade técnica e operacional para assumir uma operação complexa como a gestão do DPVAT”, informou, em nota, a Superintendência.
O atendimento e pagamento das indenizações serão para acidentes com vítimas ocorridos a partir do dia 1º de janeiro. Os sinistros que aconteceram antes desta data continuam sob responsabilidade da Seguradora Líder.
De acordo com a Caixa, os atendimentos nas agências já acontecem a partir desta segunda-feira. Em aproximadamente duas semanas será criado o aplicativo do DPVAT para facilitar as solicitações, informou o banco. A comunicação do resultado da análise será em 30 dias após o pedido de indenização e entrega dos documentos necessários. O pagamento será feito pelo aplicativo desenvolvido pelos empregados do banco, o Caixa TEM - o mesmo utilizado para o pagamento do auxílio emergencial.
Solange Vieira, superintendente da Susep, explicou que decidiu pela escolha da Caixa para ser a nova gestora do seguro por sua capilaridade e experiência em políticas públicas. “Uma das exigências feitas para contratação foi que, em caso de algum problema, tivesse o atendimento presencial”, informou Solange Vieira.
Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, a gestão do DPVAT é bem-vinda por ser mais uma política pública para melhorar o serviço para a população, mas lembra que é mais uma responsabilidade para os empregados, que estão sobrecarregados. “Esta é uma função do banco público, mas alertamos para a necessidade de mais contratações para a Caixa. Temos um déficit de quase 20 mil trabalhadores. Para atender a população de forma adequada, o banco precisa aumentar o quadro de pessoal", ressalta.
São exemplos de sinistros cobertos pelo DPVAT:
- Colisão entre veículos;
- Colisão com obstáculos físicos (como poste, muro);
- Atropelamento;
- Capotamento.
Podem ser indenizados os casos de reembolso de despesas médicas e hospitalares; invalidez permanente, total ou parcial; mortes. Os valores de indenização são fixados pela Lei 6.194/1974
Saiba mais no link aqui.

COE e Comando Nacional dos Bancários entregam pauta de reivindicações ao Itaú e cobram valorização das negociações diante da reestruturação do banco

Consulta Nacional dos Financiários já está aberta e vai orientar a pauta de reivindicações da Campanha Nacional 2026

Cliente ameaça funcionários do Mercantil em agência de Belo Horizonte e movimento sindical cobra reforço na segurança

Sindicato participa da 18ª Conferência Nacional de Saúde e reforça compromisso com a saúde dos trabalhadores

Atos pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada mobilizam trabalhadores nesta terça-feira (30)

Às vésperas da implementação, Itaú anuncia reestruturação do Uniclass sem saber como ela vai funcionar

Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?

COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho

Caixa volta atrás, atende Sindicato e decide abonar horas dos jogos do Brasil na Copa
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias