
O Grupo de Trabalho sobre Condições de Trabalho na Caixa Econômica Federal, composto por representantes dos empregados e do banco, volta a se reunir, nesta sexta-feira (16), para dar continuidade às negociações sobre os problemas que afetam o dia a dia dos trabalhadores nas unidades do banco.
Na última reunião, ocorrida no dia 4 de abril, as discussões giraram em torno, principalmente, dos problemas que afetam as empregadas e empregados PCDs (Pessoas com Deficiência) e sobre as formas de estabelecimento e cobrança de metas.
“Apresentamos algumas reivindicações e o banco ficou de nos trazer as repostas. Precisamos que elas sejam dadas na sexta-feira, para que possamos avançar na solução de problemas que afetam as empregadas e empregados”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt.
Questões em aberto
Em abril, a representação dos trabalhadores perguntou em quantas unidades da Caixa existem PCDs lotadas e quais funções são ocupadas por este grupamento e, para analisar a cobrança de metas e suas consequências, solicitou um relatório com a quantidade e localidade de empregados afastados para tratamento de saúde e os respetivos códigos de Classificação Internacional de Doença (CIDs).
Os trabalhadores também cobraram a voltas das pesquisas de satisfação dos empregados com o banco e que as palestras e eventos sejam realizados em horário que facilitem a participação, pois, dependendo do horário, alguns colegas da rede não poderão participar.
A Caixa ficou de analisar os pedidos e trazer a resposta na próxima reunião, que acontecerá na sexta-feira.

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