
A Caixa reabriu o Programa de Desligamento Voluntário (PDV). As adesões começam nesta quarta-feira (02) e vão até o dia 11 de dezembro. Segundo informações da Caixa, as regras continuam as mesmas do último programa aberto, com o objetivo de adequar o banco à Emenda Constitucional nº 103, da reforma da previdência. No primeiro PDV, foram abertas mais de 7,2 mil vagas. Mas a adesão ficou abaixo da expectativa. Cerca de 2,3 mil empregados aderiram ao programa.
Um dos motivos para a reabertura do PDV seria o número baixo de adesão dos empregados ao programa. “O que estamos vendo é o total desmonte da Caixa. A Caixa reabriu o PDV logo após o início de uma reestruturação, sem nenhum planejamento. O que parece é que o único intuito foi pressionar os empregados a aderirem ao Plano, pois a Caixa não alcançou o objetivo de mais de sete mil adesões”, afirmou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto.
A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) orienta que os trabalhadores estejam seguros da escolha. "Essa é uma mudança para toda a vida. Então os empregados devem estar seguros dessa mudança. O sindicato estará sempre à disposição dos trabalhadores", afirmou a coordenadora Comissão, Fabiana Uehara Proscholdt.
Pressão para saída
Um dos motivos para a reabertura do PDV seria a saída de empregados ter atingido um número abaixo do esperado. Alguns empregados têm denunciado a pressão de seus superiores para a adesão ao programa. Relatos dão conta de que as funções estão congeladas, obrigando os empregados ao descomissionamento.
É o caso da empregada L. F., que preferiu não se identificar. Ela contou que perdeu sua função na Matriz da Caixa e corre o risco de voltar para a agência. "No dia em que completei 17 anos na Caixa eles fizeram isso comigo. É uma maldade, uma crueldade o que a direção está fazendo com os trabalhadores", afirmou.
Segundo L., seu setor foi reestruturado e ainda foi obrigada a buscar uma realocação pelo prazo de cinco dias. "Me chamaram e disseram que por motivos de redimensionamento da equipe eles iriam precisar da minha função", contou. Ainda segundo a trabalhadora, ela recebeu uma lista de onde poderia trabalhar, mas ao entrar em contato com os gerentes, teve uma surpresa. "Da lista alguns gestores nem me responderam. Os que responderam, disseram que as vagas estão bloqueadas. Ou seja, tiraram as funções dos empregados, bloquearam as vagas da matriz para enviar todos para a Rede e forçar que as pessoas entrem no PDV", relatou.
Assim como a L., essa pode ser a situação de diversos outros trabalhadores da Caixa, como alertou a coordenadora da Comissão. "Sabemos que há uma pressão da Caixa e isso não pode acontecer. Os colegas devem denunciar para os sindicatos se estiverem recebendo pressão para a adesão”, ressaltou Fabiana.
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