
A Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS) da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (Contraf-CUT) realizou na quinta-feira (11) a reunião para definir a agenda de ações para 2021. O encontro contou com a participação dos coletivos de Mulheres, Combate ao Racismo, Pessoas Com Deficiência (PCD) e LGBTQI.
“A reunião foi muito boa, somou o conjunto das propostas apresentadas nos coletivos, temas que estão dentro das políticas sociais. Ajudou a pensar e construir nossas ações para 2021, com jornadas de formação, seminários, atuação junto a entidades sindicais e também junto aos bancos. Precisávamos fazer um debate como esse, que nos deu um gás para trabalhar este ano”, avaliou a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Rosalina Amorim.
O encontro da CGROS definiu que até o final do primeiro semestre serão realizados seminários sobre gênero, combate ao racismo, PCD e LGBTQI. Também foi definido que as reuniões da CGROS serão mensais, a mesma periodicidade das reuniões dos coletivos de Mulheres, Combate ao Racismo, LGBTQI e PCD.
A CGROS também vai realizar eventos, campanhas em datas importantes na sua área de atuação, com materiais e ações em redes sociais. O Coletivo de Mulheres também vai participar de um curso de formação sobre feminismo, como início no próximo dia 24. “É importante e muito estratégico que nessa conjuntura, na qual verificamos tantos retrocessos para a vida das mulheres e em todas as questões identitárias, estarmos articulados para construir a resistência. Não podemos admitir retrocessos. É importante nos organizarmos para esse enfrentamento”, disse a secretária de Mulheres da Contraf-CUT, Elaine Cutis.
Em vários depoimentos na reunião, ficou clara a importância de se enfrentar o conservadorismo emanado pelo governo federal e que tem manifestações locais fortes. Representantes de sindicatos e federações destacaram a criação e o fortalecimento de coletivos de Combate ao Racismo, Mulheres, LGBTQI e PCDs. A importância de cursos de formação foi levantada em várias intervenções de participantes. Também foi levantada a importância de se realizar cursos sobre assedio, racismo e diversidade.
“A reunião foi boa. No Combate ao Racismo, acho fundamental a integração desse trabalho com os sindicatos, as centrais sindicais e com a sociedade porque o racismo vem aumentando muito nessa conjuntura, com esse governo, onde as pessoas têm saído do armário para discriminar. O problema do racismo está sendo visto com outros olhos no mundo após o assassinato de George Floyd. No Brasil não é diferente. Convivemos com o genocídio da juventude negra, a ausência de negros no sistema financeiro, a diferença de salário. Tiramos uma série de propostas para encaminhar em 2021. Acredito que muitas dessas coisas conseguiremos encaminhar”, afirmou o secretário de Combate ao Racismo, Almir Aguiar. A próxima reunião da CGFROS foi marcada para 18 de março.

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