
Todo dia, brasileiros são vítimas de golpes eletrônicos. As fraudes são muitas. A partir de fevereiro, todas as instituições financeiras do país deverão seguir novas normas do Banco Central voltadas à ampliação da segurança nas operações via Pix.
A medida busca combater o avanço de golpes e fraudes que vêm se multiplicando desde a popularização do sistema.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), hoje os criminosos atuam com mais agilidade do que o sistema de rastreamento das instituições, o que dificulta a recuperação dos valores. Atualmente, menos de 10% do dinheiro roubado por meio de golpes envolvendo o Pix é recuperado, o que, segundo especialistas, incentiva a continuidade dessas práticas criminosas.
Com as novas regras, a resposta será mais rápida: assim que a vítima registrar a denúncia — que poderá ser feita diretamente pelo aplicativo do banco — o sistema bloqueará automaticamente a conta para a qual o valor foi enviado. Caso o montante já tenha sido transferido para outra conta, o bloqueio seguirá em cadeia, rastreando os recursos por todas as movimentações feitas após o golpe.
"Qual que é o nosso grande objetivo aqui? É que, além de a gente aumentar a recuperação, a gente traga novos mecanismos para tornar cada vez mais caro esse empréstimo de contas ou uso de contas laranjas", diz Ivo Mósca, diretor-executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban.

Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta-feira (30)

Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras

COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo

Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento

Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões

Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano

Eleições: A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro

Sindicato lamenta profundamente o falecimento de Rosângela de Farias Silva Lorenzetti

'Tesouraço' de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias