
Há um pouco mais de um ano, o Movimento Sindical Bancário conquistou um acordo garantindo a compensação de horas para os bancários do Santander que ficaram em casa durante a pandemia, mas não puderam trabalhar presencialmente por pertencer ao grupo de risco, idosos ou gestantes. Além disso, o banco não ofereceu equipamento ou acesso ao sistema para todos os funcionários para que realizassem as atividades em home office.
O acordo se estende até agosto de 2023.
Na última terça-feira (25/7), a COE Santander, representando o Sindicato dos Bancários de Araraquara e região, reuniu-se com o banco cobrando a anistia das horas negativas geradas no período da pandemia.
Wanessa de Queiroz, coordenadora da COE, informa que o banco apresentou o número de trabalhadores que fizeram a compensação parcial e os que não conseguiram fazer a compensação das horas conforme previsto no acordo.
“Representantes dos trabalhadores pedem, no entanto, a anistia total das horas desses funcionários que, em grande parte, pertencem ao grupo de risco, como mulheres que retornaram da licença maternidade, idosos e dirigentes sindicais”, explicou a dirigente, lembrando que muitos bancários fizeram um grande esforço para compensação das horas e não podem ser penalizados, já que se tratou de um problema de saúde pública mundial.
A COE informa que o banco se comprometeu a tratar do assunto e retomar as negociações na segunda quinzena de agosto. “Aguardamos a retomada das negociações com o banco e com a anistia total das horas conforme reivindicação do movimento sindical”, reforçou Wanessa.

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