
A Caixa Econômica Federal decidiu exigir a compensação das horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026, contrariando o pedido do movimento sindical bancário. Uma verdadeira bola fora que gerou insatisfação entre os empregados do banco.
A postura difere da adotada por Bradesco e Itaú, que optaram pelo abono das horas para permitir que os trabalhadores acompanhassem as partidas sem prejuízos.
A cobrança da compensação pode afetar diretamente os bancários caso o Brasil avance para a fase eliminatória da competição. No dia 29 de junho, uma segunda-feira, a Seleção entrará em campo às 14h caso termine a fase de grupos na liderança de sua chave, horário que coincide com o expediente bancário. Se a classificação ocorrer em segundo lugar, a partida será disputada às 22h.
Para a representação dos empregados, a decisão da Caixa demonstra falta de sensibilidade com os trabalhadores, principalmente porque outros bancos compreenderam a importância desse momento para os empregados e optaram pelo abono das horas.

Em reunião com a Cassi, conselheiros do Economus cobram atendimento nas CliniCASSI

Caravanas da FETEC-CUT/SP 2026 iniciam nesta quarta-feira (24)

Contraf-CUT lança revista inspirada em álbum da Copa e coloca em campo os desafios da categoria bancária

Representantes dos funcionários do Santander entregam minuta de reivindicações ao banco após encontro nacional

CUSC segue sem resposta da Caixa e reforça cobrança por diálogo antes de reunião agendada

28ª Conferência Nacional dos Bancários aprova pauta e define eixos de lutas da Campanha Nacional Unificada

Campanha Nacional dos Bancários 2026 terá identidade visual marcada por esperança, unidade e luta

Categoria debate sobre estratégia de comunicação e organização durante 28ª Conferência Nacional dos Bancários

Lucros recordes do sistema financeiro e endividamento das famílias marcam os desafios da campanha salarial 2026
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias